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O número de ataques a carro-forte no primeiro semestre deste ano no Ceará já supera o total do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores (ABVT). De janeiro a junho, foram nove ataques, enquanto que nos 12 meses de 2017, foram seis. Em 2016, os ataques somarem cinco. Em todo o Nordeste, ocorreram 46 ataques no primeiro semestre deste ano.

A associação e funcionários de empresas de segurança citam problemas nas estradas, falta de fiscalização e precariedade na manutenção dos veículos como causa do aumento dos ataques.

Segundo a ABTV, uma explicação para o Nordeste concentrar grande parte dos ataques está nas estradas esburacadas em regiões inóspitas, praticamente sem fiscalização, abandonadas pela polícia. Tendo de percorrer grandes distâncias em velocidades mais baixas, os carros-fortes se tornam alvos fáceis para quadrilhas que bloqueiam rodovias e explodem os veículos para roubar dinheiro.

Um dos ataques da estatística ocorreu em 5 de abril, quando um bando trocou tiros com seguranças de um carro-forte e explodiu o veículo no quilômetro 73 da BR-222, em São Luís do Curu, no interior do Ceará. Os criminosos usaram reféns – retirados de um ônibus que trafegava pela via – como “escudo-humano”. Conforme relato de testemunhas, o bando usava armas de grosso calibre e explosivos. Eles fugiram em quatro veículos.

Com informação do G1

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