A violência política, que atinge o coração da democracia, voltou a deixar marcas profundas de dor, luto e indignação na América Latina.
Na Colômbia, o senador e pré-candidato à presidência Miguel Uribe, de 39 anos, não resistiu aos ferimentos causados por um ataque a tiros sofrido em junho deste ano.
Após dois meses em cuidados intensivos e múltiplas cirurgias, Uribe morreu nesta segunda-feira, 11 de agosto, deixando o país em choque.
O crime, que tinha motivação política segundo as investigações preliminares, interrompeu uma trajetória marcada por debates firmes e propostas de mudança.
DOR DA PERDS
A esposa María Claudia Tarazona,manifestou nas redes sociais a dor da perda: “Sempre será o amor da minha vida. Obrigado por uma vida cheia de amor. Descanse em paz, amor da minha vida, eu cuidarei dos nossos filhos”.
O assassinato reascende o alerta para a escalada da violência contra líderes políticos na região, um fenômeno que corrói instituições, intimida candidaturas e ameaça a liberdade de participação democrática.
Com mais um atentado contra à vida e contra à democracia, cresce na Colômbia o clamor por justiça, segurança e respeito à vida.
