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Os cearenses que enfrentam a diabetes no dia a dia e utilizam insulina analógica ultra-rápida, de ação mais eficaz, denunciam a falta do tratamento no postos de saúde do Estado há, pelo menos, seis meses. Todas as pessoas com diabetes Tipo 1 e muitas com Tipo 2 precisam de insulina para controlar a glicose no sangue. Deixar de receber a medicação pode trazer prejuízos para saúde como complicações renais, de circulação e afetar até a visão dos pacientes.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), houve problema na entrega, mas que a medicação começou a faltar apenas em agosto. Em nota, a pasta disse que o processo para compra da insulina analógica ultra-rápida teve abertura em 12 de setembro e foi homologado em 31 de outubro. A compra foi liberada no dia 6 de novembro e o fornecedor deve entregar em até 15 dias úteis.

A insulina é distribuída pelo Sistema Único de Saúde e estima-se que 400 mil brasileiros de todas as regiões procuram os postos de saúde para receber o tratamento. A diabetes é um mal que acompanha a vida de inúmeras pessoas e de acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), 583 cearenses, entre 30 e 69 anos, morreram por conta da doença em 2018.

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