A saúde organizacional passou a ocupar espaço cada vez mais relevante nas estratégias empresariais. Mais do que promover qualidade de vida aos colaboradores, o tema está diretamente relacionado à produtividade, retenção de talentos, redução de custos e sustentabilidade dos negócios. A discussão ganhou ainda mais força com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 , que desde maio de 2026 passou a exigir que as empresas incluam os riscos psicossociais no gerenciamento dos riscos ocupacionais.
A mudança acompanha uma preocupação mundial com os impactos dos transtornos mentais no ambiente de trabalho. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a depressão e a ansiedade são responsáveis pela perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano em todo o mundo, gerando prejuízos econômicos significativos e afetando diretamente a produtividade das organizações.
AMBIENTE CORPORATIVO
Entre os principais reflexos de um ambiente corporativo saudável estão o aumento do engajamento, da produtividade e da retenção de talentos. Para Marcela, quando os colaboradores se sentem valorizados e pertencentes ao ambiente de trabalho, os resultados aparecem de forma natural.
A preocupação com a saúde mental tornou-se ainda mais urgente diante do crescimento dos casos de estresse ocupacional e Burnout registrados nos últimos anos. Nesse cenário, a prevenção passa a ser uma das principais ferramentas para reduzir riscos e preservar a saúde dos trabalhadores.
