Diabetes em foco: novembro marca mês de conscientização e prevenção da doença em todo o mundo

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A Diabetes Mellitus (DM) é uma condição do metabolismo caracterizada pela alta concentração de glicose (açúcar) no sangue. É causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e que garante energia para o organismo.

De acordo com a medicina, atualmente existem dois tipos de doenças, a Diabetes tipo 1 (DM1): existe deficiência na secreção de insulina, o que torna essencial o uso desse hormônio como tratamento e para prevenir eventos micro e macrovasculares, cetoacidose, coma e morte. Geralmente as pessoas descobrem o diagnóstico quando crianças ou adolescentes. Essas pessoas são dependentes de insulina pela vida inteira.

Já a Diabetes tipo 2 (DM2) (tipo mais comum): relacionado às condições de vida (obesidade, má alimentação, falta de exercício físico). O tratamento pode envolver insulina, mas é possível controlar com boa alimentação, exercícios físicos, etc.

Segundo o Ministério da Saúde, são fatores de risco para a diabetes tipo 2, ter mais de 40 anos, obesidade, comportamento sedentário, alimentação não saudável e ter familiares com diagnóstico de diabetes.

No Brasil, a frequência da diabetes foi registrada em 10,2% da população nas capitais brasileiras, de acordo com a pesquisa Vigitel 2025, realizada pela pasta. Esse número aponta para a estimativa de que 20 milhões de brasileiros convivam com a condição atualmente.

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar a amputações de dedos, pernas e mãos.

Mas seguindo as orientações dos profissionais de saúde, mudando hábitos de vida (exercício físico, alimentação saudável) é possível sim conviver com a diabetes sem complicações.

Apesar de não ter cura, a diabetes exige cuidados para o resto da vida, envolvendo paciente, família e sociedade. É preciso, entre outros pontos, medir constantemente a glicemia, fazer exercícios físicos com regularidade, comer de modo saudável e, em alguns casos, tomar medicamentos.

Diagnóstico

O diagnóstico de diabetes deve ser buscado na atenção primária, ou seja, nas unidades básicas de saúde.