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A demora na reação da economia em gerar novos postos de trabalho tem levado parte da população a abandonar as filas de emprego. Seja por falta de recursos para continuar a procura –custa dinheiro procurar uma vaga–, seja por ser considerado incapaz para o que aparece, já são 4,8 milhões de pessoas, ou 4,3% da população em idade de trabalhar, segundo o IBGE.

O índice é recorde. E mais que o dobro do registrado de 2012 a 2015, quando a taxa de desemprego, hoje em 12,3%, era de apenas um dígito. Essas quase 5 milhões de pessoas são consideradas desalentadas, ou seja, aquelas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego por considerar que não conseguiriam trabalho adequado; não tinham experiência ou qualificação; ou não conseguiam trabalho por serem considerados muito jovens ou muito idosos –ou não havia trabalho no local.

É o caso da enfermeira Santa Alves, do carregador José Modesto e de Neusa Francisca dos Santos, que já trabalhou em casas de família.