Disputa pelo Senado no Ceará reúne nomes da base governista e da oposição

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Com a aproximação das convenções partidárias, marcadas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, os bastidores políticos do Ceará já vivem intensa movimentação em torno das eleições para o Senado em 2026. Neste ano, o Estado terá duas vagas em disputa na Casa, diferentemente do pleito de 2022, quando apenas uma cadeira estava aberta e acabou ocupada por Camilo Santana.

Ao todo, pelo menos 12 nomes já aparecem como possíveis candidatos na corrida eleitoral, envolvendo partidos da base governista e da oposição.

No grupo aliado ao governador Elmano de Freitas, o cenário mudou após o então pré-candidato José Guimarães deixar a disputa para assumir o ministério no governo federal. A saída abriu espaço para negociações entre partidos aliados, especialmente o Partido Socialista Brasileiro e o Movimento Democrático Brasileiro.

Entre os nomes mais citados da base está o senador Cid Gomes. Segundo lideranças governistas, ele teria espaço garantido na chapa caso decida disputar a reeleição, embora ainda não tenha confirmado oficialmente a candidatura.

Também aparecem nas articulações governistas nomes como Eunício Oliveira, Domingos Filho e Júnior Mano.

No campo da oposição, o União Brasil trabalha com possíveis candidaturas de Capitão Wagner e Roberto Cláudio.

Já no Partido Liberal, os nomes mais ventilados são o deputado estadual Alcides Fernandes, pai do deputado federal André Fernandes, e a vereadora de Fortaleza Priscila Costa.

Outros nomes que aparecem nas articulações incluem Cândido Albuquerque, Chiquinho Feitosa, General Theóphilo, Luizianne Lins, Anna Karina e Professor Germano Lima.

Apesar da movimentação antecipada, o quadro ainda pode sofrer mudanças até o período oficial das convenções, quando os partidos definirão candidaturas e alianças para o pleito do próximo ano.