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O estoque da dívida pública federal (DPF) subiu 0,66% em dezembro e fechou 2016 em R$ 3,112 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 25, pelo Tesouro Nacional. Em novembro, o estoque estava em R$ 3,092 trilhões.

O Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2016 previa que a DPF encerrasse ano entre R$ 3,100 trilhões e R$ 3,300 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 24,27 bilhões em dezembro, enquanto as resgates líquidos somaram R$ 4,00 bilhões.

O Tesouro também apresentou os parâmetros do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2017, com as metas para a gestão da Dívida Pública Federal (DPF) neste ano. O documento estipula que o estoque da DPF fique entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões até o fim de 2017.

O PAF 2017 estipula que a participação de títulos prefixados no estoque da DPF encerre este ano entre 32% e 36%. No ano passado, as metas para esse papel iam de 33% a 37%.

Para os papéis remunerados pela Selic, o PAF prevê uma participação de 29% a 33% em 2017. Em 2016, as bandas para esses títulos eram de 27% a 31%.

Já para os títulos que seguem a variação da inflação, o PAF prevê uma parcela de 29% a 33%. No ano passado, a meta para esses papéis ia de 29% a 33% da DPF.

Por fim, o plano anual estipula que os papéis atrelados ao câmbio devem ficar entre 3% e 7% do estoque. Em 2016, o PAF previa uma fatia entre 3% e 7%.

Devido ao comportamento do mercado ao longo do ano passado, o Tesouro precisou revisar os parâmetros do PAF 2016 em outubro, alterando as metas para a participação dos títulos prefixados – que era inicialmente de 31% e 35% – e dos papéis de Selic – que originalmente era de 30% a 34%.