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Em um país onde a maioria das pessoas acreditam que a solução dos problemas é investir na educação, o Ceará não registra um dado positivo. O Estado possui, ao todo, 24 obras na área da educação que estão paralisadas. O valor é igual a 38%, sendo um total de 63 projetos que foram iniciados mas que, por motivos diversos, jamais chegaram a ser concluídos.

Há escolas de ensino médio em área rural, urbana, salas de aula em instituições que já estão em funcionamento, além de creches, reformas e até mesmo na Universidade Estadual do Ceará (UECE).

No geral, a maior parte dos casos é registrada na RMF (Região Metropolitana de Fortaleza) e também no Cariri (há maior contingente populacional).

Quase todos os projetos são financiados pelo Governo Federal, por meio de convênios com os ministérios.

No ranking de obras milionárias que ainda não foram entregues, estão ainda as de convivência com a seca (14) e de infraestrutura (13), seguidas de cultura (6), turismo (3), esporte (2) e saúde (1).

O levantamento foi feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em contratos firmados acima de R$ 1,4 milhão. As obras de maior volume financeiro correspondem às iniciativas previstas para combater a estiagem, como a construção de adutoras, barragens e a conclusão de um dos trechos do Cinturão das Águas.

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