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O ex-ministro José Dirceu deixou o Complexo Médico Penal em Curitiba e seguiu para o prédio da Justiça Federal, onde recebeu instruções e colocou tornozeleira eletrônica. De lá, ele seguiu para Brasília, onde vai morar com a mulher e uma filha. Dirceu não é nenhum inocente, porém de todos esses bandidos envolvidos nos escândalos do Mensalão e Petrolão é o único que mantém alguma dignidade: foi julgado, condenado, preso e nunca dedurou e culpou ninguém pelos seus crimes.

O troco

Não se pode negar, no entanto, que José Dirceu é perigosíssimo. E a turma da Lava Jato sabe disso e continua de olho nele. O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Operação Lava Jato, comentou a soltura do petista mais poderoso depois de Lula: “Esperamos que o período dele fora da prisão seja curto”. Quantas vezes a ORCRIM comemorou o fim da Lava Jato? E quantas vezes a Lava Jato deu o troco? Perguntem a Marcelo Odebrecht.

Nem todos são iguais

O mais sincero elogio de José Dirceu é dedicado a Gilmar Mendes, que defendeu a anistia ao caixa dois. Em seu manifesto, publicado pelo Estadão, ele disse: “Sou favorável à Justiça, ao respeito à lei e à Constituição, à igualdade perante a lei. Não se pode aplaudir a anistia a centenas de bilhões de reais remetidos ilegalmente ao exterior por centenas de cidadãos, crime de sonegação e de evasão de divisas, de corrupção e lavagem e, não só se opor, mas se ‘escandalizar’ e se ‘indignar’ por puro farisaísmo à anistia do chamado caixa 2, como bem destacou o ministro Gilmar Mendes”.

 

Droga, não!

 

A campanha Ceará sem Drogas, da Assembleia Legislativa, chega aos municípios de Aracati, nesta quinta-feira (4), e Cruz, na sexta-feira. A caravana, liderada pelo presidente Zezinho Albuquerque (PDT), percorre o Estado desde 2014. A campanha já passou por 13 municípios, reunindo, a cada encontro, cerca de três mil jovens. A expectativa é que, com a passagem por Aracati e Cruz, o Ceará sem Drogas ultrapasse a marca de 45 mil jovens conscientizados em todo o Ceará.

 

A força do impresso

De acordo com pesquisa da Nielsen Scarborough, cerca 169 milhões de adultos nos EUA leem um jornal por mês – seja na versão impressa, no site ou no aplicativo no celular. Segundo o estudo, o alcance de jornais é de 69% da população adulta do país. Mesmo com o avanço tecnológico, é possível observar que 81% dos leitores de jornais têm relação com o produto impresso – sendo que 51% deles dizem ainda consumir exclusivamente este formato. A edição de 2011 da pesquisa indicava que a fatia de leitores exclusivos do formato impresso era de 69%. Os outros 49%, segundo o levantamento atual, leem notícias por pelo menos uma plataforma digital – com 30% do total consumindo informações tanto on quanto off-line.

Altos e baixos

O faturamento real da indústria aumentou 2,4% em março frente a fevereiro, na série livre de efeitos sazonais. Esse foi o terceiro crescimento do indicador nos últimos cinco meses, que acumula alta de 5,5% no período. As informações são da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O emprego na indústria recuou 0,2% em março na comparação com fevereiro, na série dessazonalizada. Foi o terceiro mês de queda consecutiva do indicador após aumento de apenas 0,1% em dezembro na comparação com novembro. No ano, o emprego acumula recuo de 0,7%.

Salário e renda

A massa salarial e o rendimento cresceram pela primeira vez em cinco meses. Enquanto a massa salarial aumentou 0,4% em março frente a fevereiro, o rendimento teve alta de 1,2% no período, na série dessazonalizada. Todos os indicadores tiveram queda no primeiro trimestre frente a igual período de 2016. Na comparação, o faturamento recuou 6,7%, o emprego caiu 4,4% e as horas trabalhadas reduziram 3,3%. Já a massa salarial é 5,6% inferior e o rendimento está 1,2% abaixo do primeiro trimestre do ano passado. De acordo com o economista Marcelo Azevedo, os indicadores continuam oscilando sem mostrar tendência clara. “No entanto, o cenário segue negativo, pois os índices estão estabilizados em patamar bem abaixo dos registrados no ano passado”, destaca.

 

Construção

Os nove estados nordestinos estão entre os onze com menor custo da construção civil no País. Em média, o metro quadrado na Região custa R$ 960,27. No Ceará, o custo é um pouco mais barato: R$ 957,12. O menor e o maior custo reional acontecem, respectivamente, em Sergipe (R$ 910,04) e no Maranhão (R$ 1.000,12). Os números compõem análise do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), com dados do IBGE, disponível para download ou consulta no portal da instituição (www.bnb.gov.br) ou diretamente no link http://bit.ly/2qACeMP

Desconstrução

Segundo os autores da pesquisa, as perspectivas para o setor da construção revelam expectativas ainda desanimadoras. Em março, houve queda nos indicadores que medem as expectativas em relação ao nível de atividade, aos novos empreendimentos e serviços, às compras de insumos e matérias-primas e ao número de empregados, apontando para uma perspectiva pessimista de redução nestas variáveis para os próximos seis meses.  A pesquisa também identificou que os empresários da indústria da construção continuam pouco propensos a investir. O indicador de intenção de investimento em compras de máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento e inovação de produto ou processo permaneceu praticamente estável em março, em patamar muito baixo, se comparado à média histórica do indicador mensal, iniciado em 2013.

Mal na pesquisa

O Procon Fortaleza divulgou o ranking das empresas mais reclamadas pelos consumidores, durante o ano passado. Concessionárias de água, de energia elétrica e de telefonia, operadoras de cartão de crédito, bancos e empresas de TV por assinatura lideraram as reclamações. No ranking dos mais reclamados estão entre os dez principais, conforme maior número de reclamações fundamentadas: Cagece (191); Telemar (167); Caixa Econômica (139); Banco Bradescard (132); Banco Itaú (132); Oi Móvel (128); Coelce – atualmente Enel (121); À Vista S/A Administradora de Cartões de Crédito (94); Tim Celular (77) e Sky (74).

Justiça feita

Uma mulher conseguiu na Justiça o direito de receber da Unimed Fortaleza medicamento para tratar uma neoplasia maligna das células da medula óssea. A decisão foi proferida nessa quarta-feira (3), pela 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), e teve a relatoria do desembargador Teodoro Silva Santos. “O laudo médico constante nos autos é bastante claro sobre a necessidade da agravante, não havendo nenhum elemento que o desabone, ainda em razão da excepcionalidade do caso”, disse o relator.

Justiça feita 2

Constam nos autos que a paciente é segurada do plano desde setembro de 2015. Após sofrer fratura na vértebra, em 2015, a mulher foi diagnosticada com “mieloma múltiplo”. Por isso, precisou se submeter à cirurgia, sendo necessário o uso do medicamento “revlimid”, prescrito por médico para tratamento de dois anos, totalizando 24 caixas de comprimidos. Como não tem condições de custear o remédio, pois uma caixa com 21 comprimidos custa R$ 27.100,00, ajuizou ação contra a Unimed Fortaleza requerendo, por meio de liminar, o fornecimento do medicamento.