Em combate à pirataria brasileira, 390 sites ilegais foram reportados à ONU

Uma lista com 393 sites piratas bloqueados pelas autoridades brasileiras foi enviada pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual, à Organização Mundial da Propriedade Intelectual, da Organização das Nações Unidas. Ela será inserida na Wipo Alert, mecanismo de monitoramento e difusão internacional desse tipo de conteúdo. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual é vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A iniciativa faz parte do esforço do governo brasileiro no combate à pirataria digital e na proteção dos cidadãos contra crimes cibernéticos. Essas plataformas ilegais já foram alvo de ações de órgãos da segurança pública, como a Operação Redirect, conduzida pelo Laboratório de Operações Cibernéticas, e a Operação 404, que, em sua última fase, bloqueou 675 sites e 14 aplicativos de streaming.

Sites piratas expõem consumidores a roubos de dados e ataques cibernéticos

Além de promoverem a distribuição ilegal de músicas e outros conteúdos, os sites piratas expõem mais de 90 milhões de consumidores a fraudes, roubos de dados e ataques cibernéticos. Neles, também foi identificada a presença massiva de anúncios de apostas ilegais, que atingem principalmente crianças e jovens.

Informações – Agência Gov