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O Banco do Nordeste divulgou, no final da manhã desta quinta-feira, nota para informar que não é alvo da  Operação Suitcase deflagrada pela Polícia Federal com o objetivo de aprofundar investigações sobre o suposto pagamento de propina a um ex-diretor da instituição.

A PF não revelou o nome do ex-diretor, mas anunciou que o dinheiro em espécie foi entregue em hotel de Fortaleza dentro de uma mala, daí a denominação da Operação Suitcase, que, traduzido para o português, significa mala de viagem.

Segundo informações da Polícia Federal, a operação, deflagrada, nesta quinta-feira, cumpriu quatro mandados de Busca e Apreensão, expedidos pela 11ª Vara Federal de Fortaleza, nos estados do Ceará e de São Paulo em busca provas da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva.

De acordo com a Polícia Federal, no centro das investigações, que são um desmembramento de ação que tramitou no Supremo Tribunal Federal, STF, está a delação premiada de dois colaboradores que citaram o nome de um ex-diretor do Banco do Nordeste que teria recebido R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) em espécie.

O dinheiro, conforme as informações liberadas pela assessoria de comunicação da Polícia Federal, foi entregue numa maleta em um hotel de Fortaleza. O nome da operação é em alusão à maleta utilizada para o transporte do dinheiro.

Confira abaixo a íntegra  da nota de esclarecimento do BNB sobre a Operação Suitcase:

“A respeito da Operação Suitcase, deflagrada pela Polícia Federal, hoje, 12 de março, o Banco do Nordeste informa que não é alvo da operação. Reforça que não foi procurado pela Polícia Federal e que tem conhecimento da referida operação, envolvendo um ex-diretor dessa instituição, pela imprensa.

Dessa forma, permanece à disposição das autoridades competentes para, se necessário, prestar quaisquer informações e/ou colaboração. A atual diretoria da instituição reafirma seu compromisso com todas as regras de conformidade, compliance e melhores práticas de governança dos recursos públicos”.

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