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O estado do Ceará é percurso planejado para a entrada e saída de cocaína. A aproximação continental com a Europa fica viável o despacho quando a droga não ficam no País para consumo interno. O repasse as vezes não chega ao destino final. Atuação mais incisiva das forças de segurança do Estado tem interrompido a distribuição da droga. Enquanto, em 2018, 367,350 kg de cocaína foram retidos, até agosto deste ano o número ultrapassa mais de uma tonelada, totalizando 1.428,185 kg.

Em comparação o intervalo de 2019 registra um salto de 288,7% no quantitativo de cocaína apreendida, sendo quase quatro vezes maior que o tabulado no ano passado. A soma faz parte do balanço da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). De acordo com os órgãos, o aumento do efetivo em fiscalizações de rotina, operações temáticas, novas estratégias de monitoramento e até mudanças no Sistema Penitenciário colaboraram para o aumento nas apreensões.

“Ainda está em fase de investigação. Estamos levantando algumas informações, mas estão bem encaminhadas”

disse, sem dar detalhes da apuração, o chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Federal, Samuel Elânio, apontando ainda os motivos que culminaram na alta das apreensões.

“A gente aumentou a fiscalização no Aeroporto de Fortaleza, nas rodovias com troca de informações junto à PRF, além dos trabalhos no Porto do Mucuripe e Porto do Pecém”, cita.

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