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Tombado como Patrimônio Nacional Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o açude do Cedro foi a primeira obra construída no Ceará com o objetivo de minimizar os efeitos da seca. Sua construção foi autorizada por D. Pedro II por volta de 1877. Foi construído no leito do rio Sitiá, em Quixadá, em meio a um conjunto de monólitos que se destaca na região pela beleza arquitetônica natural. Ameaçado pela erosão causada pelo tempo, as intempéries naturais e a ação predatória do homem, esse conjunto denominado Açude do Cedro é objeto de estudo do Núcleo de Arqueologia e Semiótica do Ceará (NARSE), da Universidade Estadual do Ceará (Uece) de Quixadá.

Vinculado à Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central, (Feclesc), o núcleo promove hoje, quarta-feira, às 19 horas, no Auditório Rachel de Queiroz, uma audiência pública com o tema “Açude do Cedro, Patrimônio Nacional Brasileiro, Zelo e Afeto: saberes na Universidade e ações nas políticas públicas”. No encontro professores e gestores públicos irão discutir sobre a interação entre o conhecimento produzido na Universidade e as ações de políticas públicas, tendo como objetivo a preservação do Açude do Cedro e dos monólitos. Estarão presentes o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Geovana Cartaxo, o deputado estadual, Renato Roseno, o prefeito de Quixadá, Ilário Marques e as professoras da Uece, Laudícia Holanda e Marcélia Marques.

Não é de hoje que o abandono do Açude do Cedro e seu entorno chama a atenção. Em outubro de 2016, a Assembleia Legislativa realizou audiência pública, mas pouca coisa mudou. Carência de atividade turística na área que compreende a Pedra da Galinha Choca e ocupações indevidas nos arredores do Cedro, uma Área de Preservação Permanente (APP), também são dificuldades denunciadas.

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