Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

O Ceará registrou o maior crescimento em casos de mortes violentas entre os anos de 2016 e 2017 dentre todos os estados brasileiros. No Estado, 5.134 pessoas foram mortas em 2017, enquanto que no ano anterior, 3.457 assassinatos foram registros.

De acordo com o levantamento do G1, no total, o Brasil registrou 59.103 vítimas assassinadas durante o ano passado, o que representa uma morte violenta a cada 9 minutos, em média.

O Ceará foi o estado que teve o maior crescimento de mortes tanto em número absoluto (1.677 mortes a mais em um ano) como percentualmente (48,5%). Foram 5.005 homicídios dolosos, 88 latrocínios e 41 lesões corporais seguidas de morte. A média é de 14 mortes violentas por dia em terras cearenses.

A Secretaria da Segurança do Estado informou que, nos anos de 2015 e 2016, os índices de assassinatos caíram em sequência, registrando queda de 9,5%, em 2015, e 15,2%, em 2016, comparando com os índices dos anos anteriores.

A Pasta comunicou ainda que o aumento registrado em 2017 “também foi contabilizado em outros estados do País, o que corrobora para atribuir esse crescimento a um problemática nacional e não localizada em um estado ou outro”.

“O Ceará tem como prioridade manter a transparência e a confiabilidade dos dados criminais e dar publicidade a eles, seguindo diretrizes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Governo Federal. Dessa forma, não é legítimo fazer comparação dos dados criminais entre os estados, já que cada estado conta suas mortes utilizando metodologias diferentes”, informou, em nota.

Monitor da violência

Houve um aumento de 2,7% em relação a 2016, quando foram registradas 57.549 vítimas no País. Como parte dos dados de 2017 será revisada e estados como Tocantins e Minas Gerais dizem que o balanço completo não está fechado, a tendência é que esse crescimento seja ainda maior.

Além disso, em muitos estados os casos de morte em decorrência de intervenção policial não entram na conta de homicídios – ou seja, é seguro dizer que a estatística passa dos 60 mil (só no RJ, por exemplo, houve 1.124 casos do tipo no ano passado).

Com informações G1 Ceará

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp