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Atingindo as praias do litoral nordestino desde o início de setembro deste ano, as manchas de óleo ainda foram totalmente retiradas e sua origem permanece como mistério, embora hajam suspeitas. Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 343 localidades em nove estados do Nordeste já foram afligidos pelo petróleo cru.

Preocupados com os prejuízos ambientais causados pelo vazamento do composto, estudantes de Juazeiro do Norte, no Cariri, desenvolveram um projeto que utiliza penas de animais, como gansos e galinhas, para retenção do óleo e assim contribuir para limpeza da praia.

O projeto começou a ser desenvolvido no ano passado. O local de análise dos estudantes foi o Rio Salgadinho que, em diversos pontos, apresenta sinais latentes de poluição. “O helicóptero vai até a esses pontos estratégicos e solta as penas que podem estar acondicionadas em sacos de estopa”, considerou o professor responsável pela pesquisa .

Edmo Montes, pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Ceará (IFCE), do campus de Camocim, também desenvolveu um estudo que pode ajudar na limpeza do óleo. Trata-se de uma emulsão composta por água, óleo, nutrientes inorgânicos, gelatina e surfactantes.

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