O prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), chega aos 100 primeiros dias de administração sem conseguir debelar a crise na saúde que, neste primeiro trimestre de 2025, é marcada pelo fechamento de leitos nos hospitais Gonzaguinhas e pela falta de profissionais de enfermagem e medicamentos.
A semana começa com mais um desafio para a gestão Evandro Leitão: a Secretaria de Saúde tenta evitar a desativação de 30 leitos no moderno Hospital Gonzaguinha do Conjunto José Walter. O repórter Carlos Alberto conta, nesta segunda-feira, no Jornal Alerta Geral, que situação se tornou caótica porque técnicos de enfermagem que estavam lotados naquela unidade de saúde retomaram as atividades no Gonzaguinha de Messejana.
SURPRESA E URGÊNCIA
O prefeito Evandro Leitão foi surpreendido pela crise no Gonzaguinha do José Walter e cobrou da Secretaria da Saúde solução urgente para estancar o princípio de caos. O problema ainda não foi solucionado em sua plenitude, mas a remoção de técnicos de enfermagem de outras unidades da rede de saúde ajudou a diminuir a tensão que acompanha o cotidiano de enfermeiros e médicos.
Com o coberto curto – naquela que, ao cobrir a cabeça, os pés ficam descobertos, Evandro é cobrado é dar respostas aos graves problemas nas unidades de saúde do Município e volta a pedir apoio aos Governos Estadual e Federal para liberação de mais recursos. Evandro tenta, também, com deputados e senadores a inclusão de verbas do Orçamento da União para fortalecer a rede municipal de saúde.
PRESSÃO NA SAÚDE
Sob pressão, a Secretária de Saúde, Socorro Martins, dá sinais de cansaço e, com as mãos na cabeça, tenta entregar o melhor de si para mudar a dura realidade nos Gonzaguinhas e no IJF. Impaciente, Socorro já teria ameaçado deixar o cargo e o prefeito Evandro Leitão foi alertado de que não será a troca de nomes o suficiente para debelar a crise na saúde.
