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O PSDB sofreu, nesta quarta-feira (15), um das maiores baixas nos seus 33 anos de existência: o ex-governador Geraldo Alckmin oficializou a saída do ninho tucano após conflitos com o Governador João Doria. Alckmin fez Doria prefeito de São Paulo e, em 2018, o elegeu sucessor e, fora do poder, viu o seu afilhado político escanteá-lo nas ações do PSDB.

As divergências se transformam em mágoas e, como consequência, empurraram Alckmin para outro destino partidário. Pré-candidato ao Governo do São Paulo nas eleições de 2022, Alckmin tem convites de várias siglas, mas está mais próximo do PSB que pode colocá-lo como nome para compor, como candidato a vice, a chapa a ser encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Se a parceria com o ex-presidente Lula não vingar, Alckmin se manterá candidato ao governo do estado e, nesse momento, encontra portas abertas, além do PSB, do PSD que é liderado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab e do União Brasil, sigla que surge da fusão entre PSL e DEM.

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