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Governadores e prefeitos contam as horas para a liberação dos recursos que irão auxiliar os gestores no combate a pandemia do coronavírus, além de serem uma compensação pelas perdas oriundas da queda na arrecadação tributária da unidades da Federação. O governo do presidente Jair Bolsonaro tem até está quarta-feira (27) para sancionar a medida que trata do envido do dinheiro para os gestores.

Dentro do Bate-Papo político, os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida comentaram o assunto. O pacote financeiro é de R$ 125 bilhões de reais, sendo R$ 60 bi em transferência direta aos estados e municípios. A demora, no entanto, se dá porque o governo aguardava a aprovação de leis que garantissem o reajuste salarial uma vez que entre os critérios da medida está a proibição de qualquer aumento de salário entre os servidores.

Após ser sancionada, a verba pode chegar a qualquer momento da próxima semana nos cofres os estados e municípios. O jornalista Luzenor de Oliveira, ao comentar o assunto inicialmente diz que “a contagem regressiva é real, a quarta feira pode representar o fim da inquietação dos governadores e prefeitos que esperam o dinheiro para aplicar nas ações de combate ao coronavírus e pra manter as contas em dia”

Na sequência, Beto Almeida destaca que a expectativa é grande por parte dos governadores, que queria a grana ainda neste mês de maio, mas agora é algo que realmente não vai acontecer. “A expectativa é real, o presidente vai finalmente sancionar a lei, estabelecendo critério para a liberação desse dinheiro, mas sem antes de cumprir todo o protocolo e ritual que ele queria, pra agradar algumas categorias da base do presidente, como policias e bombeiros militares”, diz Beto.

Beto ainda complementa que Bolsonaro estava preocupado com essa situação, visto que o projeto de socorro aos estados e municípios estabelece como contrapartida o congelamento de salários dos servidores públicos e isto acabaria afetando no planejamento do presidente de realizar reajustes nas categorias militares que o apoiam, o que ficaria proibido depois da aprovação da medida de concessão finaceira.

“Tudo isso os governadores e prefeitos estão tendo a paciência de esperar que o governo resolva algumas situações especificas e assim sim que vai vir esse dinheiro, mas não é só isso. O ministro Paulo Guedes espera, de fato, a sanção completa, nada de reajustes mais e que os governadores e prefeitos tomem algumas providenciais em relação ao veto onde a união deixa de ser credora para estados e municípios”

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