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O Ceará exportou 109,3% a mais nos dois primeiros meses de 2017 na comparação com igual período do ano passado, enquanto as exportações nordestinas tiveram avanço de 30,9%, considerando a mesma base de comparação. Ao todo, a região Nordeste totalizou US$ 2.286,1 milhões em exportações no primeiro bimestre.

Apesar do avanço nas exportações nordestinas, as importações somaram US$ 3.375,8 milhões, com aumento de 60% no intervalo comparativo, ocasionando déficit na balança nordestina. De acordo com a análise do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), a partir de dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as vendas de produtos cearenses semimanufaturados de ferro/aço estão contribuindo para mudar o perfil exportador do Estado, ao representarem 49,8% da pauta das exportações neste início do ano.

A exportação de produtos manufaturados apresentou crescimento de 64,7%, devido, principalmente, ao aumento das exportações de combustíveis e automóveis. Os resultados levam à observação do mercado pernambucano, onde a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), ainda não concluída, já é a maior exportadora do Estado, seguida da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), ambas localizadas no Complexo de Suape.

Ao comparar o primeiro bimestre de 2017 e 2016, o incremento nas exportações em Pernambuco foi de 171,8%. Quanto aos países de destino das exportações nordestinas, Estados Unidos (17,0%), Argentina (11,4%), China (9,0%), Holanda (6,3%) e Canadá (4,9%) foram responsáveis por 48,6% do total exportado. Vale registrar que, enquanto as exportações para os Estados Unidos, Argentina e Canadá cresceram 45,1%, 36,7% e 58,8%, respectivamente, as vendas para a China e Holanda recuaram respectivos 25,3% e 17,5%, no período em análise.

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