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Os servidores públicos que receberam o auxílio emergencial de forma indevida serão cobrados a devolver o dinheiro aos cofres da União. São 24.232 servidores que pertencem aos quadros de 180 prefeituras do Ceará e à administração estadual. O levantamento da Controladoria Geral da União (CGU) identificou apenas nas prefeituras de quatro cidades – Jardim, Hidrolândia, Campos Sales e São Benedito, não houve registro de servidores com o pedido do benefício social destinado aos trabalhadores informais e desempregados.

O jornalista Beto Almeida, ao participar, nesta terça-feira, do Jornal Alerta Geral (FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 25 emissoras no Interior + redes sociais do cearaagora), classificou a atitude de quem recebe, sem precisar, o auxílio emergencial de falta de vergonha e disse que o Ministério Público Federal cobrou ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) que cobre dos Municípios e do Governo Estadual o desconto nos salários dos valores correspondente ao dinheiro que deveria cair no bolso de quem mais precisa. São, pelo menos, 16.000.000,00 pagos ilegalmente aos servidores públicos estaduais e municipais.

“O Auxílio emergencial foi criado para o trabalhador informal, que está sofrendo na pele os efeitos da pandemia. Os servidores que tem salário garantido, emprego formal, deveria ter literalmente vergonha na cara, de tomar uma atitude dessa”, afirmou o jornalista Beto Almeida ao comentar o assunto sobre o recebimento do benefício do governo por parte daqueles que não necessitam. Como resposta a isso. o MPF estabeleceu 72 horas para que o TSE tome medidas a fim de realizar um desconto no contracheque dos servidores que receberam indevidamente o auxílio.

O assunto chegou até o âmbito do Parlamento do estado do Ceará com a descoberta de que a filha da deputada cearense Augusta Brito (PCdoB) recebeu indevidamente o benefício auxílio emergencial. Constrangida, Augusta lançou uma nota de esclarecimento nas redes sociais pedindo desculpas em nome da filha, a estudante Eduarda Brito, 21, pelo ocorrido. A deputada classificou a atitude da filha como impensada e prometeu ficar mais vigilante. “Gerou um problema e constrangimento pra mãe, que é política e precisa ter suas ações literalmente avaliadas”, diz Beto.

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