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O presidente Michel Temer tenta unir a base aliada para aprovar, até o final do mês de junho, a reforma previdenciária, mas encontra entre aliados focos de resistência a mudanças nas regras de aposentadoria e concessão de benefícios. Liderado pelo deputado Paulo da Força Sindical, o Solidariedade vai à televisão, em abril, com a propaganda partidária para se opor, publicamente, a pontos do texto da reforma previdenciária.

Os ataques do SD serão direcionados a dois pontos: 1) a idade mínima de 65 anos,  e 2) a exigência de 49 anos de contribuição. A propaganda partidária do Solidariedade estará no ar (rádio e televisão) e coincidirá com a votação do relatório na comissão e com as discussões em plenário.

O Governo Federal quer manter a idade mínima de 65 anos como condição para os brasileiros se aposentarem. Os cálculos dos defensores dessa tese é de que, sem a idade mínima de 65 anos, a reforma perde a sua principal essência. O bloco de partidos de oposição ao Governo Federal na Câmara e no Senado, formado pelo PDT, PSOL, PC do B e PT, também, deflagrará campanha contra às mudanças nas normas da aposentaria.