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Membros da cúpula das Forças Armadas demonstram preocupação com a possibilidade de uma escalada de violência no País após o segundo turno das eleições deste ano, marcado para 28 de outubro, próximo domingo.

Comandantes do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e outros nomes de alta patente militar, segundo a coluna Painel do Jornal Folha de São Paulo, têm conversado sobre o receio de que grupos radicais, de ambos os lados, pratiquem atos de violência após o segundo turno. Os militares pregam que o próximo presidente faça da conciliação nacional prioridade após a votação de domingo próximo.

O TSE pediu para as Forças ampliarem a segurança de cerca de 350 locais de votação e apuração no domingo, número menor do que o solicitado no primeiro turno, quando foram ao menos 510.

No PT, há forte preocupação com ataques no dia da votação. A direção da sigla se reuniu com líderes de movimentos sociais para orientá-los a não intimidar opositores e a não cair em provocações. A cúpula do partido de Fernando Haddad (PT) também orientou militantes a não andarem sozinhos no dia da eleição.

Com o receio de atos de violência, o partido vai fazer um chamado para que países “preocupados com a democracia” observem a votação no segundo turno. Se houver ataques a petistas, o discurso será o de que Jair Bolsonaro (PSL) deve ser visto como corresponsável pela violência. Questionado anteriormente a respeito de ataques atribuídos a seus apoiadores, Bolsonaro disse dispensar o voto de quem pratica violência.

Com informações do Jornal Folha de São Paulo

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