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Fortaleza aparece como 4ª melhor cidade do Nordeste e a 24ª do pais para empreender. O ranking é liderado por São Paulo que reúne as melhores condições para abertura de empresas ou expansão de negócios no país. Os dados são do Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, elaborado pela Endeavor, que serão divulgados nesta segunda-feira (27) durante evento anual da Frente Nacional dos Prefeitos, em Recife (PE).

São Paulo supera as outras cidades em quesitos como infraestrutura e acesso a capital. Já Florianópolis, que manteve a vice-liderança, tem se fortalecido como destino para os investimentos.

Vitória (ES) melhorou indicadores e avançou dois níveis na lista, para a terceira colocação. As surpresas vieram no quarto e sextos lugares, ocupados respectivamente por Curitiba e Rio de Janeiro. A capital paranaense subiu 11 posições em relação ao ano passado. No Nordeste Recife aparece em primeiro lugar na região e em 20º lugar no Brasil. Em segundo lugar aparece Aracaju em 22º, depois Natal no 23º e Fortaleza, na 24ª posição

A Endeavor analisa o ecossistema brasileiro para o empreendedorismo desde de 2014, quando começou a divulgar o ICE. O estudo traz rankings de desempenho por temas e faz análises regionais. O objetivo é sensibilizar os gestores em uma época próxima ao início ou renovação de mandatos.

Entre os fatores de melhora, é destacado o ambiente regulatório. Nesse quesito Fortaleza aparece em segundo lugar, isto é, tem uma burocracia menor para abrir negócios. A Capital cearense atuou na racionalização e digitalização de processos e subiu 27 posições no pilar de regulamentação, liderado neste ano por Joinville (SC). “Além de mais ágeis na abertura de empresas, as cidades melhor colocadas no ambiente regulatório promovem mudanças em quesitos como custos dos impostos e complexidade tributária”, informa.

O ICE 2017 analisou o ambiente de negócios em 32 cidades, cobrindo 22 Estados. Juntos, os municípios geram cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Além do ambiente regulatório e da infraestrutura, o estudo cobre os pilares de mercado, acesso ao capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora.

Com informações do Jornal Valor Econômico.