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A Universidade Federal do Ceará decidiu por não aderir ao Future-se, projeto do Ministério da Educação que propõe maior autonomia às instituições de ensino superior, com mudanças na estrutura administrativa e na gestão orçamentária. O programa também cria a possibilidade de captar recursos próprios.

A decisão pela recusa ao programa foi definida nessa quarta-feira, em sessão do Conselho Universitário da instituição. Na ocasião, duas propostas foram discutidas. A primeira, que recebeu 21 votos, acompanhou a posição tomada por docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes, que votaram em assembleia. A outra proposta, que recebeu oito votos, sugeria o adiamento da decisão para o dia 6 de setembro.

Para reitor da universidade, Henry Campos, tanto a UFC, quanto a Universidade Federal do Cariri e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, o IFCE, se colocam publicamente contrários à adesão ao programa do Ministério da Educação. Segundo ele, o “Future-se” irá descaracterizar as instituições, colocando a lógica dos interesses privados como prioridade.

Além disso, o documento apresentado pelo reitor critica a falta de participação das instituições de ensino superior na construção da proposta.

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