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O golpe no WhatsApp que promete o Auxílio Emergencial do governo, conhecido como “coronavoucher”, já fez mais de 7 milhões de vítimas, segundo relato da PSafe. A ação criminosa, que é repassada pelas próprias vítimas como forma de concluir cadastro para o recebimento do falso auxílio, tem como principal veículo de disseminação as redes sociais e o mensageiro do Facebook para Android e iPhone (iOS).

O golpe do coronavoucher, que já é o maior deste ano, informa às vítimas que o auxílio estará disponível assim que o cadastro for finalizado, e chama atenção por mostrar certa veracidade nas perguntas feitas pelo site suspeito, que servem apenas de isca para roubar informações.

Ao clicar no link, o indivíduo é convidado a responder questões como “Você é beneficiário do Bolsa Família?” e “Você é autônomo?”. Para completar a inscrição no falso benefício, é preciso compartilhar o link nas redes sociais — e é assim que os cibercriminosos conseguem fazer mais vítimas.

No início do mês, com a divulgação do aplicativo do governo Caixa | Auxílio Emergencial para repasse dos pagamentos do benefício, foram encontrados diversos apps falsos na Play Store. A expectativa é que o número de ataques aumente nos próximos dias.

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