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O presidente da Assembleia Legislativa, José Sarto (PDT), marca o seu primeiro ano no comando da Mesa Diretora do Legislativo Estadual com a solenidade, a ser realizada no dia 7 de outubro, para comemorar os 30 anos da Constituição do Estado do Ceará. Sarto mobiliza ex-deputados estaduais que exerceram o papel de constituintes, ex-deputados federais, ex-senadores e ex-governadores.

Um dos convidados especiais é o senador Tasso Jereissati (PSDB) que, em 1989, quando foi promulgada a Constituição do Estado, exercia o primeiro mandato de governador do Ceará. Tasso se elegeu, pelo PMDB, em 1986, na onda de renovação política que varreu do poder, em vários estados brasileiros, remanescentes do ciclo militar responsável pelo comando político e administrativo do País a partir dos anos de 1964.

O ciclo se encerrou em 1985 com a eleição, por via indireta, do mineiro Tancredo Neves. Tancredo morreu antes de assumir a Presidência da República e, em seu lugar, assumiu o vice José Sarney, que deixou como herança a Constituição de 1988 – uma das Cartas Magnas consideradas mais avançadas na história política do País. O presidente da Assembleia, José Sarto, fez questão de, pessoalmente, oficializar o convite ao senador Tasso Jereissati para o evento dos 30 anos da Constituição do Estado do Ceará.

Tasso, após o primeiro mandato de governador, voltou a comandar o Estado do Ceará em outras duas oportunidades – 1995 a 1998 e 1999 a 2002, quando saiu para se eleger senador. Em 2010, o tucano concorreu à reeleição, mas foi derrotado e, nas eleições de 2014, voltou ao Senado.

O tucano, ao lado do ex-governador Ciro Gomes que, em 1989, era prefeito de Fortaleza – o segundo eleito, por via direta, após a reabertura política do País, fará um discurso com relatos sobre os últimos 30 anos da história política do Ceará e do Brasil. Outro convidado é o ex-senador e ex-governador Lúcio Alcântara que, nos anos 80, era descendente do ciclo militar, com passagem pela Arena, PDS PFL, exerceu o papel de Constituinte em 1988 e, na década de 90, se aliou ao grupo liderado pelo então governador Tasso Jereissati. Em 1986, ao ser eleito deputado federal constituinte, Lúcio saiu das urnas, pelo PFL, como o mais votado, com 102.691 votos.

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