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O governador Camilo Santana reúne, nesta quarta-feira, o atual secretariado para fazer um balanço das ações da gestão governamental. A reunião, que acontece a partir das 8h30, no Palácio da Abolição, contará também com a presença de representantes de órgãos vinculados.

Também nesta quarta-feira é esperado o anúncio do novo secretariado estadual. Há expectativa, principalmente de lideranças políticas de partidos aliados e de políticos reeleitos e não reeleitos quanto a definição dos nomes que irão integrar o primeiro escalão da segunda administração de Camilo.

São 21 secretarias que são disputadas pelos 24 partidos aliados. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Nelson Martins, Camilo afirmou que vai ouvir todas as siglas. Os presidentes de partidos querem ser chamados para discutir potenciais quadros que podem auxiliar na gestão. Mas o governo quer priorizar o conhecimento técnico das indicações.

O MDB, que hoje compõe a base aliada quer indicar filiados. Um acordo já teria sido fechado com o presidente do partido, Eunício Oliveira. O partido mira na Secretaria das Cidades e Recursos Hídricos. Com relação a primeira pasta, o PP que mantê-la, conforme o presidente da legenda, o deputado federal eleito AJ Albuquerque.

O PPS, por sua vez, quer ampliar sua participação, já que hoje conta apenas como cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O PCdoB que comanda, atualmente, a Pasta da Ciência e Tecnologia, quer manter o espaço, mas diz que tem “diversos quadros que podem contribuir”.

O PT, detém a Casa Civil e a Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA).  O PDT estava à frente da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), que foi extinta e mantém a expectativa de mais espaços. Camilo reduziu o número de secretarias, cortou, pelo menos, 997 cargos comissionados e trabalha para, em 2019, economizar R$ 25 milhões com despesas da máquina administrativa.

Camilo antecipou, o nome do Secretário de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte, Luis Mauro de Albuquerque, para comandar a Secretaria de Administração Penitenciária, criada com a reforma administrativa.

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