Governo está perdendo queda de braço para avançar com MP que aumenta carga tributária

O Governo Federal está perdendo, com antecedência, a queda de braço na briga para o Congresso Nacional manter o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ou aprovar a Medida Provisória que institui a cobrança de Imposto de Renda de 5% sobre títulos atualmente isentos, como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e amplia, também, a carga tributária contra as plataformas de jogos.

O repórter Carlos Silva destaca, no Jornal Alerta Geral, que os partidos mais à esquerda, como PT, PC do B, PV e PSB, estão com o Governo Federal na captação de votos para as medidas fiscais serem aprovadas, mas outros partidos aliados à administração petista, com bons espaços na Esplanada dos Ministérios, declararam guerra ao Palácio do Planalto e deram um grito contra o aumento de impostos.

“Contas públicas não é só criar impostos, é cortar desperdícios urgentemente. A escalada de desequilíbrio fiscal, criada pelo atual governo, entrou em uma rota sem saída”, bradou o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, ao dizer, ainda, que “Taxar, taxar, taxar, não pode e não será nunca a saída’’.

A movimentação do União Brasil é sintonizada com o PP e gera pressão sobre outras legendas que se sentirão acossadas a declararem, também, voto contrário à elevação de tributos. O União e o PP formam a Federação União Progressista, que reúne 109 deputados federais e 15 senadores.

O Governo Federal está perdendo, com antecedência, a queda de braço na briga para o Congresso Nacional manter o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ou aprovar a Medida Provisória que institui a cobrança de Imposto de Renda de 5% sobre títulos atualmente isentos, como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e amplia, também, a carga tributária contra as plataformas de jogos.