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O governo não planeja antecipar o fim da vigência da bandeira tarifária da Escassez Hídrica, que cobra um adicional de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora. A informação foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Criada em agosto do ano passado por conta da pior crise hídrica em mais de 90 anos, a taxa extra vai vigorar até abril, mesmo diante das fortes chuvas registradas em diversas regiões do país no início deste ano.

A bandeira foi estabelecida pelo governo como forma de cobrir os custos da geração de energia por termelétricas a gás natural, óleo diesel, carvão mineral e biomassa. Essas usinas garantiram o fornecimento de energia no país no momento crítico. Apesar de garantir o fornecimento de energia, as termelétricas têm custos mais altos. 

Em outubro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro chegou a prometer acabar com a bandeira tarifária, depois de um alívio dado pelas chuvas. Ele não tocou mais no assunto depois que técnicos do governo explicaram a ele que essa medida poderia gerar um aumento nas contas em 2022.ger

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