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O governo enfrenta resistências para emplacar a reoneração da folha de pagamento como fonte de financiamento de recursos do Orçamento para a Segurança Pública. Será necessário um volume muito maior de recursos para reforçar as ações de combate à criminalidade do que o R$ 1 bilhão aventados para o Rio de Janeiro. A proposta não encontra respaldo no Congresso Nacional, principalmente por conta dos setores que pressionam para ficar de fora do aumento da carga tributária na folha de pagamentos das empresas.

O que se discute é uma liberação muito mais ampla para atender também outros Estados. O próprio Rio de Janeiro, que gasta R$ 10 bilhões com segurança, ainda não repassou ao Governo Federal o quanto de dinheiro vai precisar.

Como as despesas do Orçamento estão limitadas ao teto de gasto, o Governo precisará substituir outras despesas para acomodar os recursos adicionais que serão destinados ao Ministério da Segurança Pública para ações nos Estados. Créditos extraordinários, como o que será destinado ao Rio de Janeiro, ficam fora do teto de gasto, mas precisam ser bem fundamentos para não serem questionados mais tarde, como aconteceu no governo Dilma Rousseff.

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