Grazi Massafera, de 42 anos de idade, acredita que tudo o que passou até então foi determinante para a construção da mulher que é hoje. Em entrevista à Quem durante o Lollapalooza, ela falou sobre como lida com as especulações sobre a vida amorosa, além da carreira e maternidade.
“Lido com naturalidade, com liberdade dessa mulher que eu sou, moderna. Fui criada com uma educação extremamente machista, minha mãe do jeitinho dela. Mas, ao mesmo tempo, quando ela separou do meu pai, ela foi uma mulher muito forte que flertou com o feminino de muita potência. Consegui absorver o melhor de tudo isso”, declarou.
A atriz afirma ainda que se instruir socialmente não tem a ver com o interesse amoroso que sente por homens — como erroneamente é afirmado por alguns internautas. “Venho me instruindo, me dedicando a melhorar também como cidadã e amo os homens também. Acho que eles tentam aprendendo”, disse.
Solteira, desde o término com o modelo Marlon Teixeira, no fim de 2023, Grazi admite: “É muito gostoso ser solteira, também tem os momentos de carência, acontece, mas é gostoso, estou bem apaixonada por esse momento”.
A artista também falou da experiência de ser mãe de uma menina em uma sociedade em constante transformação: “Cada dia, tento ser uma mulher melhor para educar essa menina nos tempos de hoje. Está tudo mudando, é muito diferente da educação que eu tive com a minha mãe. É um deleite”. Sofia, de 12 anos, fruto do relacionamento com Cauã Reymond, foi a responsável pela presença dela no show de Olivia Rodrigo, no primeiro dia de Lollapalooza 2025.
“Estou me transformando cada vez mais numa mulher mais forte, mais profunda para poder entregá-la o meu melhor, compilando nos tempos que a gente esta vivendo, cada vez mais difíceis em todos os sentidos; com tecnologia, por exemplo, que é muito legal, mas também temos vários problemas em relação a isso”, completa.
Ainda assim, apesar das preocupações, a atriz afirma: “Está sendo muito interessante e gostoso. Eu amo, viria mil vezes nessa vida para ser mãe da Sofia”. Quando perguntada sobre o que viveu que não gostaria que a filha vivesse, ela é categórica: “Acho que tudo o que eu passei forma quem eu sou. Não tenho como protegê-la de uma maturidade que virá com o sofrimento, com aprendizado, que, às vezes, não é tão gostoso. Ela vai criar a história dela por mais que eu seja e queira ser essa mãe canceriana, protetora”.
(*)com informação do Site Quem
