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Os caminhoneiros mantém, nesta quinta-feira, 24, rodovias interditadas na maioria dos estados brasileiros e, no Ceará, o bloqueio atinge as BRs 020, 222 e 116. A paralisação nas rodovias afeta o transporte aéreo, o sistema de transporte de passageiros, o abastecimento de alimentos, enquanto o Governo Federal, o Congresso Nacional e os líderes do movimento nas estradas tentam uma solução para o impasse.

A Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) mandou um recado ao Governo Federal e ao Congresso Nacional: a paralisação nas rodovias acaba se o Senado Federal aprovar, hoje, o projeto que elimina a cobrança de PIS/Cofins sobre o diesel até o fim do ano. A matéria foi aprovada na noite dessa quarta-feira pela Câmara Federal e, para virar lei, precisa passar pelo Senado.

A aprovação da Câmara ocorreu logo após a Petrobras anunciar a redução de 10% no preço do diesel e o congelamento da tarifa do óleo por 15 dias. Antes, a equipe econômica já havia apresentado a proposta de zerar o imposto da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o combustível. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), faz articulações para agilizar as medidas necessárias para redução do diesel e, como conseqüência, para a volta da normalidade no transporte de cargas.

‘’ Se na reunião de hoje, às 14h, o ministro (Eliseu) Padilha (da Casa Civil) e os ministros participantes anunciarem está aqui, o presidente assinou, aí o movimento é suspenso. Não é só do óleo diesel que tem que tirar PIS/Cofins. Tem que tirar dos combustíveis. É o que nós esperamos hoje’’, disse, em entrevista à Rádio CBN, o presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros, José da Fonseca Lopes.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), faz articulações   “Se na reunião de hoje, às 14h, o ministro (Eliseu) Padilha (da Casa Civil) e os ministros participantes anunciarem está aqui, o presidente assinou, aí o movimento é suspenso. Não é só do óleo diesel que tem que tirar PIS/Cofins. Tem que tirar dos combustíveis”.

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