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O dinheiro do megaleilão de petróleo tem sido responsável por uma “guerra” entre o Senado e a Câmara. Para remediar a situação, o governo propôs a divisão do dinheiro também com senadores e deputados por meio do aumento de recursos para emendas parlamentares. Além de partilhar o bônus que será pago no leilão pelas empresas vencedoras, o governo ainda propõe dividir os recursos arrecadados no futuro com a exploração do pré-sal em três partes: Estados, municípios e Congresso. O Ceará será beneficiado com R$ 1,3 bilhão.

Dessa forma, logo depois do leilão, Estados, Municípios e parlamentares ficariam cada um com 10%  dos mais de R$ 106 bilhões que serão arrecadados com o leilão, marcado para 6 de novembro. A partilha acordada inicialmente era de 15% para Estados e 15% municípios.  Mas uma guerra entre Senado, Câmara, governadores e prefeitos se instalou em torno dos recursos do leilão.

Com a nova proposta, o governo espera acabar com a disputa, que envolve interesses políticos regionais e nacionais, de governadores do Nordeste e Sul-Sudeste e prefeitos. A ideia é destravar a votação da reforma da Previdência em segundo turno, que está ameaçada pela crise política em torno da partilha do dinheiro do pré-sal.

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