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O deputado estadual Heitor Férrer se mantém firme como pré-candidato do Solidariedade à Prefeitura de Fortaleza, reconhece as limitações de estrutura partidária e tempo de propaganda no rádio e na televisão para enfrentar uma acirrada disputa eleitoral, mas vem recebendo apoio para se posicionar como alternativa aos eleitores que não querem o passado, o presente ou a incerteza na administração do Município.

Tenho recebido ligações de muitos médicos que se opõem ao que tínhamos no passado, ao que temos hoje e que não querem, também, a incerteza, expõe Heitor Férrer, que, sem citar nomes, se refere, como passado, a deputada federal e pré-candidata do PT, Luizianne Lins, que administrou a cidade por dois mandatos (2005-2008 e 2009-2012), ao modelo atual da gestão do PDT, como presente, e ao capitão Wagner, pré-candidato do PROS, como incerteza.

O estímulo para entrar na corrida pela Prefeitura, segundo Férrer, surge, não apenas da área da saúde, mas, também, de lideranças comunitárias e partidárias.

Conversei com cinco lideranças de um partido que quer entrar na aliança com o Solidariedade. Eu não posso antecipar qual é esse partido, mas se as conversas avançarem, a candidatura está definida, disse Férrer, ao destacar a correção com que a cúpula do SD tem se comportado em relação a uma possível candidatura à sucessão do prefeito Roberto Cláudio.

A observação sobre os dirigentes regionais do Solidariedade, que tem no comando o deputado federal Genecias Noronha, é feita porque surgem especulações de que, como o partido integra a base de apoio ao Governo Camilo Santana, poderiam surgir embaraços ao lançamento de candidatura própria à Prefeitura de Fortaleza.

O comportamento da direção do meu partido tem sido de muita decência, pontua Heitor Férrer que, ao lado da deputada Aderlânia Noronha, esposa de Genecias, integra a representação do SD na Assembleia Legislativa.

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