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A pouco mais de um mês para a posse dos prefeitos eleitos no último domingo (15), o Ministério Público Estadual decidiu abrir uma nova frente de alerta e recomendação aos gestores que estão deixando os cargos: que as prefeituras sejam mantidas sem sucateamento e com serviços essenciais em pleno funcionamento.


A medida é adotada, principalmente, nas cidades em que os atuais prefeitos não conseguiram se eleger ou não elegeram aliados. A cada ano de eleição municipal, a história se repete.


A decisão do Ministério Público Estadual é preventiva e tenta evitar que a população seja prejudicada com ações dos prefeitos que estão deixando o cargo e, por ressentimento, acabam por criar dificuldades para os sucessores, gerando, especialmente, prejuízos a quem precisa dos serviços prestados pelos municípios.


Com essa preocupação, promotores de Justiça recomendaram aos atuais prefeitos de Pacoti, Jati, Boa Viagem, Aurora e Penaforte para que entreguem as Prefeituras com os serviços sendo prestados a população nesse período de transição.


O promotor de Justiça da Comarca de Pacoti, João Pereira Filho, reforça que, historicamente, as transições de poder nos municípios são marcadas por irregularidades que produzem efeitos perniciosos para toda a sociedade e gravames financeiros aos cofres públicos, dificultando ou inviabilizando os desempenhos por parte dos novos gestores.


O Ministério Público Estadual, por meio do promotor de Justiça das Comarcas vinculadas de Jati e de Penaforte, André Barroso, instaurou Procedimentos Administrativos para acompanhamento da transição responsável das gestões nos dois municípios, de modo a contribuir com gestores públicos em final de mandato e gestores que tenham sido eleitos no pleito do último dia 15.

O primeiro pedido sobre uma transição sem embaraços foi direcionado a prefeita de Boa Viagem, Aline Vieira, derrotada na tentativa de reeleição.

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