Os principais partidos do campo conservador e do chamado “Centrão” intensificam as articulações e projetam 2026 como o momento da virada política para a direita voltar ao comando do Palácio do Planalto.
Republicanos, PL, PSD e União Brasil caminham com a ideia de lançar nomes fortes e competitivos, acreditando que o eleitorado pedirá mudança após 18 anos de governos do PT. As articulações terão impacto na corrida eleitoral no Ceará.
PRÉ-CANDIDATOS
No Republicanos, o presidente Marcos Pereira já deixou claro que a sigla terá candidato próprio à Presidência da República.
Um dos nomes em evidência é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que começa a demonstrar sinais de interesse em disputar o Planalto. Ele é filiado ao Republicanos, mas tem trânsito em outras legendas.
O repórter Carlos Silva relata, no Jornal Alerta Geral, que, no PL, o presidente Valdemar Costa Neto aposta na força eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro para a sigla levar um nome ao 2º turno. Bolsonaro está inelegível. Valdemar reforça que o partido está de portas abertas para receber Tarcísio.
O União Brasil, por sua vez, trabalha o nome do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato. Já o PSD apresenta duas opções com força regional: o governador do Paraná, Ratinho Júnior, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
No campo liberal, Romeu Zema, governador de Minas Gerais e filiado ao Novo, também já anunciou que pretende disputar a presidência. O mosaico de nomes mostra vitalidade, mas revela o desafio: unificar projetos distintos em torno de uma candidatura viável.
As lideranças dessas siglas reconhecem que não faltam quadros qualificados, com experiência administrativa e visibilidade nacional. O maior obstáculo será a capacidade de renúncia e de convergência, requisitos essenciais para enfrentar Lula com reais chances de vitória em 2026.
