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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) promoverá de 2 a 4 de outubro, o Seminário Rediscutindo o Rural e o Urbano para Produção e Análise de Informações Estatísticas, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O objetivo é propor uma reflexão sobre as novas classificações e delimitações sobre as áreas rurais e urbanas.

O Seminário é o desdobramento da publicação do IBGE Classificação e caracterização dos espaços rurais e urbanos do Brasil: uma primeira aproximação. A própria publicação serve de subsídio para a programação, onde serão abordados os diferentes critérios e metodologias de como países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) classificam os recortes territoriais de rural e urbano.

Estima-se que 60,4% dos municípios são predominantemente rurais, sendo 54,6% como rurais adjacentes e 5,8% como rurais remotos. A região Sudeste é a mais dinâmica economicamente e apresenta 87% do número de municípios e população vivendo em municípios urbanos e, também apresenta os menores índices de municípios classificados como rural. Já a região Sul apresenta os menores índices brasileiro relativos para os municípios classificados como intermediários remotos e rurais remotos, o que demonstra também grande proximidade física entre as sedes municipais. Esses dados consideram os critérios metodológicos utilizados pelo IBGE.

O Seminário não pretende fazer alterações na atual classificação que define urbano e rural para fins estatísticos do IBGE. Em verdade, o Instituto tem identificado a necessidade de buscar subsídios e ampliar estudos para aprimorar as metodologias e estudos que envolvem as áreas urbanas e rurais.

OCDE

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico é composta por 36 países, entre eles o Estados Unidos, Alemanha, França e Japão. O Brasil é considerado um parceiro-chave da organização e, junto com outros países como Argentina, Bulgária e Romênia, tem pedido de adesão que está sob consideração do Conselho da OCDE.

 

 

Com informação da A.I