O Ceará acumulou 42.903 novos postos de trabalho com carteira assinada em 2026, até setembro. Os dados são do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Com o resultado, o Estado ocupa a terceira posição entre os maiores geradores de empregos formais do Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia, com 83.055 vagas, e de Pernambuco, com 50.596. Em setembro, o estoque de empregos formais no Ceará, que corresponde ao total de trabalhadores com carteira assinada, chegou a 1.417.531.
Segundo o governador Elmano de Freitas, o desempenho é resultado de ações voltadas à atração de empresas, à ampliação dos investimentos e à qualificação profissional dos cearenses.
“O avanço é resultado de muito trabalho para atrair novas empresas, investimentos e capacitar os cearenses para ocupar os novos postos de trabalho”, afirmou.
Setores que mais geraram empregos
O setor de serviços liderou a abertura de vagas no Ceará em 2026, com 30.036 novos postos de trabalho até setembro. Na sequência, aparecem a construção civil, com 9.929 vagas; a indústria, com 1.449; a agropecuária, com 991; e o comércio, com 496.
Mulheres ampliam participação no mercado de trabalho
Outro destaque do levantamento é a participação feminina na ocupação dos novos postos de trabalho. Até setembro, as mulheres preencheram 22.243 vagas, enquanto os homens ocuparam 20.660.
O levantamento também aponta maior concentração de oportunidades entre jovens de 18 a 24 anos, que ocuparam 34.039 postos. Em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo responderam por 31.297 contratações.
Resultado de setembro
Somente em setembro, o Ceará registrou a criação de 5.156 novos empregos formais, com crescimento em todos os setores da economia.
O segmento de serviços novamente apresentou o melhor desempenho, concentrando 47% das vagas abertas no mês, com 2.439 contratações.
Já o salário médio de admissão no Estado foi de R$ 2.081,38, valor superior à média do Nordeste, que ficou em R$ 2.073,28.