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O Edifício Andrea, que desabou em outubro em Fortaleza, passou por uma reforma estrutural oito meses antes da tragédia que matou nove pessoas, conforme um recibo e um orçamento encontrados em meio aos escombros do prédio de sete andares. Os documentos fazem parte do inquérito que apura as causas da queda, ao qual o G1 teve acesso.

Ainda não é possível apontar se a reforma influenciou na queda do condomínio. No mesmo dia em que o desabamento ocorreu, operários faziam intervenção nas colunas do residencial. Imagens de câmera de segurança mostram trabalhadores destruindo o reboco das colunas. Também não é possível apontar se essa intervenção influenciou no desabamento.

A investigação das causas da queda da estrutura segue em andamento e é responsabilidade de policiais do 4º Distrito Policial de Fortaleza. O delegado que preside a apuração do caso, José Munguba Neto, afirmou que aguarda apenas a finalização da perícia do local para concluir a investigação do caso.

O Edifício Andrea desabou em 15 de outubro. Nove pessoas que estavam no local morreram soterradas; outra sete foram resgatadas com vida sob os escombros.

O recibo e o orçamento que fazem parte dos documentos investigados foram achados em uma pasta que havia sido entregue pelo dono da empresa responsável pelos procedimentos, José Hamilton Martins, da H. V. Serviços LTDA, à síndica do prédio, Maria das Graças Rodrigues. A síndica foi uma das sete vítimas da tragédia.

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