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A comissão mista que analisa a medida provisória da criação do Médicos pelo Brasil (MP 890/2019), programa de assistência básica que substitui o Mais Médicos, concluiu na última quarta-feira (25) seus trabalhos com a aprovação do relatório do senador Confúcio Moura (MDB-RO) mais duas emendas que tinham sido rejeitadas pelo relator e acabaram sendo aprovadas na forma de destaques. O programa tem a finalidade de incrementar a prestação de serviços médicos em locais de difícil provimento ou alta vulnerabilidade.

O médico e professor universitário Henrique César comentou sobre o assunto em sua participação no Jornal Alerta Geral (FM 104.3 – Grande Fortaleza + 27 emissoras de rádio no Interior + redes sociais) desta quinta-feira (3).

“A excelente política de saúde pública foi emendada, entretanto com diversas péssimas práticas e políticas de saúde que expõem de maneira perigosíssima a nossa população mais carente”, afirmou o médico.

Henrique comenta sobre a inserção automática nos médicos cubanos que integravam o programa Mais Médicos. O médico esclarece que para o senador Confúcio Moura,  relator da matéria no Senado, a reinserção dos cubanos se justifica “em função da situação humanitária difícil desses médicos, foram inúmeros os apelos para a sua reincorporação”.

“Para esse senador, que se exploda a situação humanitária da população que será atendida compulsoriamente por médicos que não tem a qualificação aferida de maneira obrigatória para outros grupos populacionais aqui no Brasil. Um horror do ponto de vista da saúde pública” enfatiza o Henrique.

Para o médico, as emendas feitas à Medida Provisória “representam um verdadeiros atentado para a segurança do atendimento médico á população […] isso é uma afronta, é um abuso”.

Confira mais informações com o médico e professor universitário Henrique César na íntegra:

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