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Com o registro de junho de 64% de famílias endividadas, o maior desde julho de 2013, especialistas acreditam que boa parte dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e do PIS disponível para saque será usada para pagar dívidas.

Desse modo, ainda que o detalhamento da medida tenha ficado para a próxima semana, a equipe econômica espera provocar uma reação na estagnada economia, ao injetar no consumo cerca de R$ 63 bilhões dos recursos dos trabalhadores.

Falta, porém, definir o percentual do fundo autorizado para saque das contas ativas e inativas, e detalhes sobre a inclusão do PIS e do Pasep, além das novas regras para acesso ao dinheiro em caso de demissão sem justa causa, regras que o governo também pretende alterar.

Entre as estratégias avaliadas pelo Executivo está liberar saques de 10% a 35% a depender do valor do saldo das contas ativas. Outra opção seria permitir que o trabalhador saque recursos do FGTS periodicamente, como na data de aniversário.

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