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Após análises de amostras feitas pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), a Marinha informou que os vestígios de óleo encontrados no fim de dezembro em praias do litoral oeste do Ceará, como nas cidades de Amontada e Itapipoca, não têm a mesma origem das manchas que infestaram os mares do Nordeste e de parte do Sudeste brasileiros em agosto de 2019.

Até o dia 16 de janeiro, data do mais recente levantamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), foram 999 pontos atingidos pelas manchas de óleo em todo país. A contaminação atingiu todos os nove estados do Nordeste, além de praias do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Um navio está atracado no Porto do Mucuripe, em Fortaleza, para fazer parte da 3ª Fase da Operação “Amazônia Azul-Mar Limpo é Vida!”. A ação monitora as manchas de óleo que apareceram no litoral brasileiro. Ainda segundo o comandante, é feito, nestas quinta e sexta-feiras, um sobrevoo de cerca de 200 km pela costa cearense, passando por Itapipoca e Amontada, buscando vestígios que, porventura, ainda existam.

Há registro de manchas de óleo nos 9 estados do Nordeste – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe – e também no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

O Ibama mudou a metodologia para registrar os locais. Agora, o conceito de localidade utilizado pelo Ibama se restringe a uma área de até 1 km ao longo da costa. Portanto, uma praia com uma faixa de areia com 10 km possui 10 localidades. Isso fez com que houvesse um crescimento no número de locais atingidos em novembro e dezembro.

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