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A partir de agora, o Ministério da Educação (MEC) não está emitindo novas identidades estudantis (IDs), as carteiras digitais de estudante. A suspensão, que começou a vigorar desde o último final de semana, se deve ao fim da validade da Medida Provisória que instituía o aplicativo e, gratuitamente, disponibilizava o documento virtual para estudantes de instituições de ensino brasileiras.

A ID Estudantil dá, ao estudante, direito a meia-entrada em eventos culturais e esportivos. De acordo com o MEC, os 325.746 documentos já emitidos continuarão valendo, até sua data de expiração. Apesar do estudante não ter que pagar qualquer taxa pela carteira virtual, cada unidade sai a R$ 0,15, valor arcado pelo governo federal.

Segundo o MEC, o objetivo da ID Estudantil é oferecer uma alternativa à carteirinha de plástico que continua sendo emitida por entidades como União Nacional de Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a um custo de R$ 35.

De acordo com a União Nacional dos Estudantes, aqueles com baixa renda podem receber o documento gratuitamente, desde que comprovem a renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio.

 

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