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O braço forte do Estado criou no Brasil o maior e mais sofisticado mercado de administradoras de benefícios do mundo – um segmento que, nas contas do mercado, movimenta cerca de R$ 150 bilhões por ano. Com a reforma trabalhista, a Alelo, controlada por Banco do Brasil e Bradesco e líder no setor, acredita que este mercado pode triplicar.

Se antes a legislação dava segurança jurídica apenas para os vales-refeição e vales-alimentação, dois novos artigos na CLT garantem que outros benefícios, como assistência à saúde e premiação por bom desempenho, possam ser pagos sem ser tributados como salário.

O CEO da Alelo, Raul Moreira, acha que só o benefício de assistência preventiva à saúde tem espaço para ser tão grande quanto o mercado de vales-refeição e alimentação, que hoje é de R$ 85 bilhões/ano. A expansão é especialmente relevante para uma atividade que diz ter margens líquidas extrema mente baixas, de cerca de 2%, e portanto depende de escala.

A Alelo é líder de mercado: pelos seus cartões passam cerca de R$ 30 bilhões por ano, ou 20% do total movimentado pelo segmento. Em seguida vêm as francesas Sodexo, com cerca de 16%, seguida pela Ticket, do grupo Endered. Na Alelo, cerca de 80% do faturamento vêm das taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais ligados à sua rede.

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