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Apenas nos primeiros 16 dias do mês de novembro, o Ceará já soma 666 registros de queimadas no estado. A média é superior a 41 focos a cada 24 horas. Até agora, apenas os dias 2 e 14 deste mês não tiveram registros de incêndios, enquanto o último dia 13 foi o que teve o maior registro, com 351 focos. Os números são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A média de ocorrências de queimadas para o mês é de 1.886 focos. Até hoje, novembro de 2003 foi o mês com maior registro dos últimos 22 anos, com 4.760 queimadas em vegetação. O cenário se agrave quando há ausência de chuva, o que aumenta as temperaturas e os fortes ventos. Assim, forma-se um cenário propício para que os focos se alastrem.

Segundo a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), o período que se estende de setembro a dezembro é marcado por altas temperaturas e queda da umidade do ar e, neste cenário, o bioma da caatinga fica mais vulnerável às ocorrências. 

Em outubro o órgão contabilizou 1.373 focos no Ceará. O mês de outubro deste ano foi o que apresentou o maior número de queimadas, para o período, da última década, conforme dados do Mapa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

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