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A luz amarela acendeu na Câmara Municipal após o então Secretário de Segurança Cidadã, Antonio Azevedo, invadir o Plenário do Legislativo à procura do vereador Márcio Cruz que o acusara de advogar para facções criminosas. O episódio, que culminou com a exoneração de Azevedo, precipitou uma análise de integrantes da Mesa Diretora para adoção de medidas de maior proteção aos parlamentares.

A vulnerabilidade do Plenário, como destacou o jornalista Beto Almeida, em sua participação, nesta quarta-feira (5), no Jornal Alerta Geral (FM 104.3 + FM 107.5 + Internet, na RMF), exige medidas urgentes para garantir aos vereadores segurança no exercício da atividade parlamentar. Beto classifica o plenário como inviolável no momento em que o vereador esteja fazendo um pronunciamento.

A denúncia do vereador Márcio Cruz, como afirma o repórter Carlos Alberto, no Jornal Alerta Geral, quebrou o  clima de aparente tranquilidade na Câmara Municipal na primeira sessão em Plenário. Indignado com a acusação, Azevedo invadiu o Plenário e gritou para se defender no momento em que o vereador Plácido Filho fazia pronunciamento. O clima ficou tenso.

Confira as informações com o correspondente do Jornal Alerta Gera, Carlos Alberto:

Cobrado pelos colegas vereadores, o presidente da Mesa Diretora, Antonio Henrique (PDT), prometeu ações urgentes para evitar que o episódio envolvendo o então secretário de Segurança Cidadã, Antonio Azevedo, volte a acontecer no plenário da Câmara Municipal.

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