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Mais de dois anos depois, 64,22% dos 123 casos de mortes violentas no Ceará de 21 a 27 de agosto de 2017 ainda estão em investigação. Do total, apenas 14,63% resultaram em prisão (21 presos), 22,76% casos foram concluídos e somente dois chegaram a ter julgamento. A maioria dos casos são crimes de homicídio, com arma de fogo, além de dois suicídios e um feminicídio ocorrido no município de Icó.

Em 2018, foi publicado o primeiro balanço, e dois anos depois das mortes, os avanços são poucos. No país, quase a metade segue em investigação na polícia. Um em cada cinco casos teve uma prisão efetuada, e menos de 5% têm condenado.

A Secretaria da Segurança do Ceará se manifestou sobre o levantamento afirmando que vem reduzindo os Crimes Violentos Letais e Intencionais há 17 meses seguidos (de abril de 2018 a agosto de 2019), no Ceará, e há 18 meses, na capital. Segundo a secretaria, o índice de resolutividade desses crimes no estado é de 37,31%, conforme dados cadastrados no Sistema Gerenciador de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Ceará.

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