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O futebol está na mira do Ministério Público. Antes das partidas entre Fortaleza contra Sampaio Corrêa e Botafogo-PB, o que se viu foi um cenário de guerra nas ruas próximas ao estádio Presidente Vargas (PV). A polícia tentou intervir, mas não conseguiu conter a violência.

Os fatos levaram o MP a instaurar um procedimento administrativo para apurar a atuação das forças de segurança em dias de jogos. O Núcleo de Defesa do Consumidor, questiona o fato de poucas prisões acontecerem durante as confusões.

O Batalhão de Eventos da Polícia Militar admite o efeito insuficiente, mas diz que trabalha para garantir a segurança de torcedores e do patrimônio público.

A PM e o Ministério Público concordam no que diz respeito a atuação da Guarda Municipal nas partidas. Ambos cobram a presença da Guarda nos estádios. Segundo os órgãos, atualmente a Guarda Municipal se concentra apenas na segurança dos terminais. Em nota, Ceará e Fortaleza disseram que os prejuízos causados pelas confusões são incalculáveis, já que os casos de violência mancham a imagem do futebol e afastam torcedores e suas famílias dos estádios.