A fibromialgia é uma síndrome clínica que atinge de 2,5% a 5% da população brasileira. Neste mês, o Governo Federal anunciou uma série de novas diretrizes que visam ampliar a visibilidade da doença e implementar novas oportunidades de tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Segundo estudos revisados pela revista Rheumatology e o National Institutes of Health (NIH), as mulheres representam mais de 80% dos casos, principalmente na faixa de 30 e 50 anos. Não se sabe a origem da doença, mas questões hormonais e genéticas estão entre as possibilidades investigadas.
Diagnóstico
– A fibromialgia não é uma doença inflamatória, ela gera uma disfunção dos neurônios ligados à dor, que se tornam excessivamente sensibilizados. Dentre os sintomas mais comuns, estão:
. Dor constante no corpo
. Fadiga e falta de energia
. Formigamento nas mãos e nos pés
. Problemas no sono, incluindo crises de apneia e insônia
. Sensibilidade ao toque e a estímulos ambientais, como cheiros e barulhos
. Alterações de humor, como depressão e ansiedade
. Dificuldades de memória, concentração e atenção
